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A Comissão Cívica pelo restauro do Chalé da Condessa d’Edla, destruído pelo fogo em 1999, promove uma visita de sensibilização ao local no dia 2 de Março pelas 10h30m, agora que se inicia o seu restauro, com enquadramento histórico e artístico do mesmo, bem como visita crítica às obras.
Inscrições pelo 918343698 até 29 de Fevereiro ou info@alagamares.net.
Concentração junto à bilheteira de entrada do Castelo dos Mouros. Duração:2h
Custos:os da entrada no Parque da Pena.
Crianças até 5 anos: entrada gratuita
Adulto (18-64 anos): 4,5€
Jovem (6 -17 anos): 2,5€
Sénior (mais de 64 anos): 2,5€
Bilhete Munícipe: entrada gratuita aos domingos de manhã
Bilhete de Família: 10€
Como chegar: se não se desloca em viatura particular pode usar a carreira circular da Scotturb, com pontos de entrada na Estação de Sintra às 9.30-10.10-10.30 ou junto ao posto de Turismo da Vila às 9.35-10.15-10.35. Retorno na mesma linha com saídas de 20 em 20m.
Na sequência do Relatório da Missão da Unesco a Sintra, de Março de 2006, a Alagamares-Associação Cultural tem vindo a dinamizar a sociedade civil para as questões do restauro e recuperação do Chalet da Condessa d'Edla, Imóvel de Interesse Público desde 1993, que consta da lista de Património Mundial, mas há décadas em completo abandono e hoje já parcialmente destruído por um fogo ocorrido em 1999.
Se Sintra não existe como hoje a retemos no nosso imaginário sem o Rei-Artista D. Fernando II, um alemão que foi um grande português, percursor da protecção do património em Portugal, igualmente a casa singular que para si e sua segunda esposa erigiu, um mundo dos "Homens no Domínio dos Deuses", e a figura da Condessa d'Edla, como mecenas e vulto da cultura, merecem respeito e admiração. E não é por acaso que ao topo do seu jazigo, no cemitério dos Prazeres, obra de Raul Lino, figura para todo o sempre a Cruz Alta, simbolo do país que um dia mudou o seu destino.
Disponibilizadas verbas de organismos internacionais o ano passado,e com obras previstas até Junho de 2009, visa-se dar a conhecer um local e a sua história que se articulam com todo o conjunto, e que um clima de acompanhamento crítico e construtivo pode ajudar a não deixar pelo caminho e a catalizar sinergias do mundo do mecenato para a sua devolução ao público enquanto parcela singular do património de Sintra,que o mesmo é dizer, do Mundo.
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